A implantação de software preditivo de sepse em cinco redes hospitalares independentes revelou grande variação de acurácia devido a diferenças operacionais. Este artigo examina arquiteturas defensivas.
Utilizando erro de reconstrução de autoencoders, o sistema identificou divergências demográficas em relação ao treino, retendo inferências não confiáveis.
O ajuste fino local automatizado recuperou o AUROC de 0,71 para 0,89, mantendo-se estritamente dentro do protocolo de modificação pré-aprovado pelo FDA.